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O dia a dia de Leandro Fernandez

15 de junho / Global

Nosso Centro de Tecnologia em São Paulo – no Brasil – é casa para times de Engenharia que desenvolvem features e recursos para a nossa plataforma globalmente. Entre eles, possuímos a frente de Safety & Insurance, dedicada a aumentar a segurança de pessoas usuárias na plataforma. Uma de nossas equipes desta frente é liderada por Leandro Fernandez, Engineering Manager da estrutura. A seguir, conversamos com Leandro sobre sua equipe, desafios que estão trabalhando e o porquê você deve ingressar no nosso time de Engenharia da Uber.


Quais são suas responsabilidades hoje no time?

“Eu sou gerente de engenharia na organização de Safety. Safety é uma área da Uber que tem como objetivo dar suporte para a segurança das pessoas na plataforma: motoristas, passageiros, entregadores, etc. Atualmente, eu lidero dois times: Safety Marketplace, focado em aplicação de Inteligência Artificial; e Audio Recording, responsável pela funcionalidade gravar áudio, disponível a motoristas e passageiros.”

O que mais te motiva no seu trabalho?

“Em primeiro lugar, sem dúvida, é o impacto do meu trabalho. A plataforma da Uber afeta a vida de milhões de pessoas. Construir software aqui significa melhorar a vida de muita gente. É muito legal perceber as pessoas que eu conheço, ao saberem que eu trabalho na Uber, terem sempre uma opinião. Isso é sinal de que meu trabalho está fazendo a diferença!

Milhões de usuários também significa uma complexidade de engenharia muito grande. Desde que eu entrei aqui, meu aprendizado foi gigantesco. Nosso software tem que ser construído para lidar com um volume enorme de dados, de transações, de requisições. Soluções ingênuas tendem a não funcionar muito bem. A profundidade técnica é grande, e portanto também a oportunidade de crescimento.

Por fim, eu gosto muito de trabalhar com as pessoas daqui. Além de serem muito queridas, eu trabalho com as melhores pessoas engenheiras com quem tive contato em toda minha carreira. E as melhores pessoas de produto. E as melhores pessoas recrutadoras. E as melhores pessoas designers. E as melhores pessoas cientistas e analistas de dados. A lista continua…”

Quais são os desafios mais interessantes que você precisa resolver em Safety Marketplace?

“No Safety Marketplace, que é um time focado basicamente na aplicação de Machine Learning em Safety, estamos começando a explorar re-treinamento (semi) automático dos nossos modelos. O desafio é garantir que nossos modelos não vão ficar defasados em relação ao mundo. O perigo de defasagem se agravou no período da pandemia, em que os padrões lá fora estão mudando numa frequência maior que antes, e de forma muito irregular entre países. Estamos começando a construir mecanismos em cima da nossa plataforma que, de tempos em tempos, simplesmente re-treinam nossos modelos com dados mais recentes, e montam relatórios comparativos para o time. Se houver ganhos de performance, podemos substituir facilmente os modelos novos pelos antigos.”

Ofertas de segurança e serviços estão crescendo rapidamente. Quais são algumas de suas próximas áreas de foco?

“A Uber tem falado muito sobre como se preparar para o momento em que as coisas vão voltar ao normal, pós-pandemia. Nosso CEO, Dara, fala na “second first-trip”. A gente tem se preocupado muito em garantir a melhor experiência possível na “segunda primeira-viagem” dos nossos usuários. Do ponto de vista de Safety, isso significa dar suporte em assegurar que pessoas se sintam seguras ao utilizarem o app.  

Uma das nossas áreas de foco é sobre como apresentar as ferramentas de segurança no app dos passageiros. Temos coisas muito legais, boa parte delas construídas pelo time do Brasil, como o Share Your Trip e o Audio Recording, dentro do Safety Shield. Mas talvez nem todo mundo saiba que eles estão lá ou quando e como usá-los. Por isso, estamos trabalhando em repensar o Safety Shield.”

Por que alguém deve se juntar ao time de Engenharia nesse momento?

“Porque temos o melhor time de engenharia do Brasil. Porque lidamos com desafios extremamente complexos, tanto do ponto vista de engenharia, como do ponto de vista humano. Porque a Uber já mudou a maneira como as pessoas se locomovem, está mudando como as pessoas jantam e almoçam, e ainda vai mudar muito mais. Porque o Tech Center de São Paulo é responsável por construir a tecnologia que traz essa mudança na vida das pessoas. Porque no Tech Center de São Paulo, temos muitas oportunidades e seguimos uma carreira em Y: as pessoas engenheiras podem continuar crescendo na carreira técnica, ou transacionar para a carreira de gestão em engenharia.”

Como você empodera seu time a fazer seu melhor trabalho? 

“Tem um aspecto muito importante da Uber que representa bem como eu penso: “we are a culture of owners, not renters”. A tradução dela seria algo do tipo “somos uma cultura de proprietários, não de locatários”. Acho que ela soa melhor em inglês, mas dá pra entender a ideia. Todo mundo que está na Uber tem que se sentir dono da empresa, do aplicativo. Se tem algo de errado na experiência de login, embora você trabalhe em Safety, você tem que se sentir empoderado para resolver isso. Quer seja procurando o time certo e colaborando com eles, quer seja resolvendo você mesmo. Como se fosse sua casa. Se um cano estiver vazando na sua casa, você não vai fazer vista grossa. Você tem que consertar porque ninguém vai fazer isso por você.

É assim que eu empodero meus times. Todos têm uma ingerência muito grande sobre onde sua atenção deve ser direcionada a cada instante. Eu não vou falar “fulano faz isso, beltrano faz aquilo”. Eu tento desenvolver o senso de prioridade em cada um, e dou a liberdade para as pessoas irem atrás do que acreditam. Obviamente, de uma forma organizada e bem comunicada. Mas, no final de contas, o princípio que eu acredito é: trabalhe com pessoas inteligentes e dê liberdade a elas.”

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