Histórias

Uber e CLAUDIA se unem em campanha nacional contra o assédio

6 de março de 2017 / Brasília
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Cerca de 85% das mulheres brasileiras têm receio de sofrer violência sexual. Entre as jovens, 90% já deixaram de fazer alguma coisa por medo. O Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial que mede as taxas de assassinatos de mulheres. No ambiente de trabalho, a renda das mulheres equivale a 76% do ganho dos homens. E a jornada delas continua em casa – em média os trabalhos domésticos rendem cinco horas a mais. A matemática da desigualdade de gênero deixa claro por que precisamos falar sobre os direitos das mulheres e o combate ao machismo. Não tem nada de “mimimi”, como se diz por aí.

Uber e CLAUDIA defendem que as mulheres tenham liberdade para decidir onde ir, quando ir e como ir. E é por esse objetivo comum que as duas se uniram para compilar dicas que possam ajudar os motoristas parceiros da Uber a entender como se sentem as suas passageiras mulheres, ajudando-os a lidar melhor com diversas situações do dia a dia –e, o mais importante, a sair delas com cinco estrelas.

O resultado dessa parceria é uma cartilha que está sendo distribuída em todos os mais de 30 centros de atendimento da Uber no país, a partir de hoje. Uma versão digital do mesmo material e um vídeo também serão enviados, por email, a todos os motoristas parceiros homens do país, ao longo desta semana. Além disso, na semana que vem, as equipes de CLAUDIA irão promover palestras sobre o assunto, ao vivo, para parceiros da Uber em São Paulo.

“Está nas mãos de cada um de nós agir para acabar com o machismo presente em nosso dia a dia e, assim, diminuir a violência contra a mulher e alcançar a igualdade de gênero”, diz Tatiana Schibuola, diretora de Redação de CLAUDIA, marca que há 55 anos está no centro das discussões mais relevantes do universo feminino. “Os motoristas parceiros da Uber têm muito a contribuir na busca por esse objetivo, inclusive porque cabe a eles, e ninguém mais, construir, a cada dia, um ambiente respeitoso, agradável e livre, dentro de seus carros.”

“Essa cartilha traz recomendações que são bastante simples e diretas, na sua aparência, mas que carregam questões de gênero que gostaríamos de ver resolvidas”, afirma Gui Telles, diretor-geral da Uber no Brasil.

O projeto conta com o apoio da ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.

Clique aqui para ver a versão digital da cartilha e aqui para assistir o vídeo.

No site oficial, você poderá saber mais.